terça-feira, 4 de junho de 2013

CORPO DO BAILARINO AUGUSTO OMOLÚ É VELADO DO TEATRO CASTRO ALVES

Após o evento religioso, também serão realizadas homenagens artísticas a partir das 9h30


Da Redação Correio
Nesta terça-feira (4), o corpo do bailarino, coreógrafo e educador Augusto Omolú será sepultado às 11h30 no Cemitério da Ordem 3ª Secular de São Francisco, na Quinta dos Lázaros. A família confirmou que será realizada uma missa no local às 9h.
Após o evento religioso, também serão realizadas homenagens artísticas a partir das 9h30. O Balé Teatro Castro Alves vai fazer uma leitura ressaltando a importância de Omolú para a história e o crescimento da companhia, integrantes do Bloco Muzenza farão um repicar de tambores para em tributo ao artista, o percussionista Jorjão Bafafé, diretor do bloco Ókambí, e o dançarino Elísio Pitta vão se unir para homenagear o amigo com um número de improvisação que misturará dança e música.
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O velório de Augusto Omolú acontece desde às 16h desta segunda-feira (3) no Foyer do TCA e segue durante toda a madrugada. O bailarino foi encontrado morto no último domingo, 2 de junho.

Omolú foi assassinado a facadas na madrugada de ontem, no sítio em que residia, em Buraquinho, Lauro de Freitas. Quem encontrou o corpo de Augusto na Chácara Omolú, foi o caseiro André Luiz Santos Caribé, por volta das 8h. Caribé conhecia Augusto há dois anos, mas trabalhava com ele há apenas três meses.

Na manhã de hoje, um grupo com cerca de 100 pessoas, entre amigos e familiares, fez uma manifestação na frente da Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) em protesto a morte do bailarino. Vestidos de branco e com cartazes, os manifestantes pediam investigação e e atenção com a violência.

Investigação
Segundo o delegado titular da 23ª Delegacia Territorial em Lauro de Freitas, Joelson Reis, a vítima foi esfaqueada na região da nuca, na boca e na barriga. “Presumimos que ele foi golpeado por trás”, explica. Omolú foi encontrado de barriga para cima, e vestindo apenas uma cueca, no espaço entre a cozinha e a sala de jantar da casa. “Nossas primeiras investigações apontam que ele estava vivo até as quatro horas da manhã”, informa o delegado. Segundo ele, nada foi roubado.




A polícia trabalha com duas linhas de investigação: crime passional ou vingança; e caso, durante a investigação, seja identificado que houve roubo, latrocínio. A investigação ainda não aponta suspeitos.
Matéria original iBahia

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